domingo, 4 de outubro de 2009

Como surgem inventores. E milionários.


Sim, estou colando o título da reportagem de Gilberto Dimenstein, quem admiro muito e pensando um pouco mais sobre o assunto. Após entrevistar algumas pessoas que são destaques na sua área ele chega a conclusão de que há alguns pontos em comum nelas. Economia. Todos de alguma forma sempre economizaram e racionaram os gastos para realizar seus sonhos. Contudo, essa atitude foi realizada não apenas para esse evento, mas existe em suas vidas como parte integrante da personalidade. Assim sendo não há sofrimento, é natural.
Curiosidade. Amor por experimentar coisas novas, correr riscos. Para isso é preciso uma grande dose de auto-estima, autoconfiança que é alimentada desde muito cedo quando ainda somos crianças pelos nossos progenitores ou então pelos nossos cuidadores. É preciso ter a coragem de arriscar, de fazer sem medo de erra. E se errar continuar acreditando em si, na sua capacidade.
Esforço e dedicação. Partindo do princípio de que todos nós nascemos com a mesma capacidade intelectual e que seriamos iguais se a desenvolvêssemos em condições alimentares, escolares e oportunidades de estímulo semelhantes, o que nos diferencia uns dos outros são o esforço e dedicação á qual dedicamos as nossas ações. Isso abrange estudo escolar, trabalho, relacionamentos, diversão, enfim, tudo que nos rodeia. O quanto colocamos de nós mesmo nas coisas que fazemos. Ainda Dimenstein coloca um Mestre, o que eu chamo Admiração e Amor. É quando admiramos alguém, que nasce o desejo de ser igual, nos espelhamos. E é o amor dessa pessoa que nos alimenta e nos dá Coragem para seguirmos e persistirmos até alcançarmos. E nos ensina a realizarmos por amor ao que fazemos e que o dinheiro não é a meta, mas a consequência do trabalho construido com amor
Bem, agora todos já têm a fórmula. Mãos à obra!!!


Dados emprestados do caderno Cotidiano da Folha de SPaulo, 4 de outubro, 2009 por Gilberto Dimenstein

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Amo o meu País


Nosso país é tímido, não gosta de contar suas proezas, esconde suas glórias. Até parece que gosta de parecer bandido, divulgando só as notícias trágicas.

Mas como sou curiosa descobri, entre outras conquistas, que nosso amado país é o 3º maior produtor de orquídeas, possui nada mais, nada menos do que 500 variedades catalogadas.

Agora eles resolveram desmistificar a crença de que essa linda flor não é acessível á população de baixa renda e que seu cultivo é difícil, pois para o Brasil nada é difícil. A OBA(orquidófilos Bainos Associados) colocará em exposição 200 variedades de orquídeas no Palecete das Artes do Museu Rodin, em Salvador(BA).

domingo, 20 de setembro de 2009

Saúde


Estudos americanos com 8.652 homens e mulheres mostram o quanto as vivências do dia-a-dia influenciam na nossa saúde. Especificamente nesse estudo falam da vida conjugal, mas podemos ampliá-lo.
Esse estudo apenas vem confirmar o que Deepak Chopra e outros estudiosos psico-corporais nos falam: “um ser que metaboliza não apenas comida, mas tudo o que toca, prova, cheira, vê e ouve. Um ser que metaboliza todas as suas experiências sensoriais e se tornam moléculas do no corpo.”
Situações de instabilidade, principalmente financeira, que levam ao estresse ou sentimentos de tristeza constante, amargura e arrependimento detonam a imunidade do organismo, modificando a divisão celular associado a uma pré-disposição genética, acaba levando ao surgimento de doenças crônicas como diabetes e câncer.
Mesmo pequenas irritabilidades e discussões conflituosas do dia-a-dia influenciam na imunidade orgânica como cientistas da Universidade de Ohio confirmaram. Feridas já existentes levaram até dois dias a mais para cicatrizar entre pessoas que passavam por essas circunstâncias, neste estudo, controladas em relação as que também tinham feridas, mas não passavam por esse tipo de estresse.
Assim concluí-se que para ser saudável, além dos cuidados básicos de boa alimentação e realizar exercícios físicos é preciso ser feliz.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Medo da Morte


A morte, natural do ciclo da Vida, nos é cada vez mais afastada. Frequentemente ela ocorre longe dos nossos olhares. A nossa participação no ritual é excluída. Apenas nos resta a despedida e a dor da partida. O assunto ocultado, velado. A mudez que nos faz senti-la dóida como parte arrancada de nós mesmo. Só é permitido aos os notíciarios abordarem o assunto, mas com sensacionalismo. A dor reprimida, escondida por calmantes e sedativos.

Fujimos do inevitável. E cada vez mais somos tomados pelo medo da morte.

Interessante seria se pudessemos refletir sobre a morte. O que é a morte? Ela nos faz pensarmos sobre a Vida. Mas que vida?Eu tenho vida?O que nela que nos faz temer? Ela nos faz refletirmos sobre nossa fragilidade, nossa insignificância. Talvez isso que nos assuste. Nos destitui da Onipotência, nos faz lembrar que somos humanos, que cumprimos um ciclo de começo, meio e fim.

E porque teme-la se é a única certeza que podemos ter ao estarmos vivos? Tememos a morte de alguem querido ou a nossa própria?

A morte de um estranho nos abala porque nos faz pensar na dor da família?

Não, dificilmente lembramos que o outro tem família. O outro morto nos lembra que poderia ser nosso ente querido ou nos alerta da possibilidade de estarmos no lugar daquele que foi?

Puro egoísmo!!!

Porque só pensamos que não estará mais conosco, no que deixará de viver. Esquecemos o que ele viveu, quem ele foi em Vida.

Quando alguém se vai deveriamos refletir sobre sua estada aqui, o que de bom aprendemos com aquele ser. Agradecer os momentos vividos por ele que me servirá de testemunho, bom ou ruim, mas estará contribuindo para eu ser alguém melhor. Não só por mim mesmo, mas como agente da cosntrução de um mundo melhor. Os que a minha volta estão também se beneficiarão.

E porque temer a própria morte? Para quê quero viver mais? Penso que só teme a morte aquele que ainda não a viveu. Aquele que ocultou seus sentimentos em relação ao outro. Aquele que deixou algo por fazer. Aquele que Vive mas não está vivo!

Aquele que está VIVO não teme a partida. Festeja a partida.

Vive a vida intensamente com liberdade de ser seus sentimentos e mostrar seus pensamentos. Não que a deseje, mas não se apavora, sabe que é o ciclo natural, faz parte da VIDA.

Antigamente quando a morte era esperada em casa, ainda em vida partcipava-se do ritual da morte. Ainda consciente da própria morte, em Vida, faziam-se agradecimentos e despedidas. Podiam reffletir sobre a utilidade daquela vida. Seus feitos e ensinamentos. Fechava-se o ciclo daquela estada. E as pessoas seguiam seus caminhos sem dor, apenas com saudades. Hoje, esse afastamento da morte faz dela um mistério. Nos dá a ilusão de que ela não pertence a vida e que não chegará, só alcança os desaventurados. O afastamento da morte nos traz o prejuízo do imediatismo, da surpresa inesperada e da dificil credibilidade da ausência.

Aproximem-se da morte!Pensem na morte!

E quando ela já fizer parte da sua vida não será mais preciso teme-la, pois ela será apens mais uma etapa da sua VIDA!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O cérebro


Você cuida bem do seu cérebro?
Ele é o principal órgão que comanda todo o resto do seu corpo e por isso já deveria ter atenção especial. Você se alimenta com o que ele precisa ou com o que o prejudica? Você faz exercícios para ele? Ele não é músculo, mas para garantir o seu bom funcionamento ele também precisa se exercitar, ser útil. Ler, estudar, fazer palavras cruzadas e/ou Sudoko são boas alternativas. Um estudo inédito da Faculdade de Medicina da USP mostra que alterações vasculares cerebrais são mais importantes do que o Alzheimer no desenvolvimento de demência. 30% dos casos de demência grave tiveram origem somente vascular, contra 25% que foram causadas apenas por doença de Alzheimer.
Para coordenadora do Banco de Cérebros da USP, Lea Gringerg, 40% dos casos de demência poderiam ser evitados com controle de fatores de risco vascular. Desses fatores o mais importante é a hipertensão arterial, que pode levar a microinfartos em vasos pequenos no cérebro (arteríolas), prejudicando a oxigenação e a chegada de nutrientes a região, degenerando prolongamentos, celulares dificultando a circulação de informações. E quando a causa é mista(vascular e Alzheimer), o Alzheimer poderia se manifestar até 10 anos mais tarde, dependendo da escolaridade do indivíduo.
No Brasil, estima-se que 8 a 12% da população acima de 65 anos de idade apresenta algum grau de demência. A demência vascular é talvez tão agressiva quanto o Alzheimer e pode atingir o indivíduo em uma fase precoce da vida produtiva. Os sintomas da demência vascular são semelhantes aos do Alzheimer, porém a cada novo microinfarto o declínio da cognição é mais brusco do que a queda cognitiva no Alzheimer.

Os principais fatores de risco são:

Hipertensão arterial
Doenças cardiovasculares
Aterosclerose
Diabetes
Tabagismo
Condições que favoreçam a coagulação sanguínea
Distúrbios genéticos

Sintomas:

Problemas de memória
Dificuldade em se concentrar
Mudança de humor
Fraqueza
Dificuldade em se expressar
Depressão

Dados retirados do artigo do caderno de Saúde do Jornal Folha de S.Paulo- 15/07/2009







terça-feira, 23 de junho de 2009

Porque é bom sorrir?


Uma vez me perguntaram por que eu ria tanto. Confesso que a principio essa pergunta me paralisou, mas me levou a reflexão e percebi que rir afeta o ânimo de todos. Algumas vezes, para aqueles que vêem o sorriso faz bem e outras vezes, por incrível que pareça, faz mal.
Para alguns, o sorriso alheio causa desconforto. Pergunto-me como isso pode ser? Mas refletindo sobre o assunto, penso que o sorriso causa mal-estar àquele que se encontra em estado de tristeza e descrê da possibilidade da própria alegria. Dessa forma, o sorriso alheio deflagra a ausência do estado de alegria e constata o estado de tristeza e a incapacidade de se fazer feliz.
Porém, a grande maioria se beneficia do sorriso, mesmo quando alheio. Receber um sorriso sinaliza uma recepção positiva do outro, captura a atenção dos demais. Quando se sorri e o recebe de volta, quase que instantaneamente se forma um elo, pois como diz um dos maiores especialistas no estudo de expressões faciais, Paul Ekman, professor da faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, o sorriso é um sinal que buscamos instintivamente quando vemos um rosto sendo difícil não sorrir de volta. E ainda, aquele que sorri se beneficia com o aumento do colesterol bom (aumento de 26%), diminuição do estresse (pelo aumento da produção do hormônio anti-estresse, como beta-endorfinas em 27%) e afasta o risco cardíaco, principalmente em diabéticos, além de aumentar em 87% imunidade pelo aumento do hormônio do crescimento envolvido na resposta imune.

Ou seja, rir faz muito bem!!!!!

Você já sorriu hoje???


Agradeço meu amigo por ter cedido esse belo sorriso para ilustrar os benefícios do sorriso.


Dados retirados do encarte Equilíbrio da Folha de S. Paulo do dia 23 de abril de 2009 e do blog Meu Mundo de Eric do Rego Barros (http://ericdoregobarros.blogspot.com/)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Livre-Arbítrio


Ao final do mês de maio deste ano 2009, li um artigo interessante no qual abordava o tema livre-arbítrio e colcava em xeque sua veracidade. Baseava-se em perguntas fundamentais:

Somos livres para fazermos o que queremos?
Podemos responsabilizar alguém por seus atos?
A justiça é possível?

 
Livre-arbitrío é a crença ou doutrina filosófica que defende que a pessoa tem “poder” de escolher suas ações. A existência do livre-arbítrio tem sido uma questão central na história da filosofia e na história da ciência. O conceito de livre-arbítrio tem implicações religiosas, morais, psicológicas e cientificas, cada qual “adaptando” às suas verdades.
Mas Benjamin Libet, da Universidade da California, realizou um experimento com eletroencefalograma e demonstrou que a atividade cerebral responsável pelos movimentos voluntários tem início cercade 300 milissegundos antes da decisão consciente de mexer algum membro. Contudo, ele também não responde quem ou o que então decide em mexer ou não um membro. Também não leva em consideração o incosciente, talvez porque não possa ve-lo ou medi-lo.

Hoje a ciência é quase unâmine em afirmar que o livre-arbitrio é uma ilusão, assim como a consciência para eles é um efeito colateral de vários sistemas cerebrais em rede, que nos leva a acreditar que existe uma alma no comando. O mais interessante é que filosofos neurociêntistas acreditam que o livre-arbítrio “é algo como um tique nervoso ou a necessidade que o viciado tem em conseguir droga – processos a meio caminho entre o involuntário e o voluntário.” Penso que o que eles falam, pelo que descrevem, é do instinto. Assim sendo, “se nada pode ser qualificado como inapelavelmente voluntário, é a própria noção de crime doloso que cai por terra”, ou seja, não temos mais intensão e nem culpa por nada. Somos absolvidos de qualquer ato até mesmo antes de sermos julgados. E como explicar as compulsões, impulsos e desejos vencidos? Seja como Daniel Dennett propõe, onde temos o poder de veto sobre o veto ou que realmente temos o poder de decidir, escolher e realizar nossas ações, sempre teremos uma escolha em fazer ou não fazer. Mais uma vez assistimo a disputa pelo poder, a guerra do saber, na qual as ciências competem entre si a verdade das coisas. Todavia, não há necessidade de anular uma sobre a outra, sendo possível a mesma verdade caber em todas sem que uma ou outra seja preterida ou subjulgada, uma vez que verdadeira VERDADE é JUSTA em todas as medidas, em todos os espaços.