sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Reduzir estômago causa perda de memória????


Sim, pode. Na verdade é uma das consequências da cirurgia por mau acompanhamento pós-cirurgico, como alertam cientistas na edição desta semana da revista científica especializada “Neurology”. Esse efeito é causado pela deficiência de uma vitamina, a B1. O problema é conhecido como “encefalopatia de Wernicke” e afeta tanto o cérebro quanto o sistema nervoso quando o organismo não absorve quantidades suficientes da vitamina. Em alguns casos, podem ocorrer até problemas de visão. A doença também aparece em casos de desnutrição grave e alcoolismo, em pessoas não gastroplastizadas.
Segundo os cientistas, os primeiros sintomas surgem entre um e três meses após a cirurgia, e são mais freqüentes em pessoas que vomitam muito após o procedimento – geralmente por comerem mais do que seus estômagos reduzidos suportam ou não mastigarem corretamente. Entretanto, com a negligencia do controle e da suplementação vitaminica, pode ocorrer em qualuqer período pós cirurgia.          
Alguns dos pacientes pós-cirúrgicos chegam até a apresentar outros problemas neurológicos não-relacionados à encefalopatia de Wernicke, como convulsões, surdez, fraqueza muscular e dormência nos pés e nas mãos.
O líder do estudo, Sonal Singh, da Escola de Medicina da Universidade de Wake Forest, no estado americano de Carolina do Norte, pede que pessoas que passaram pela cirurgia consultem um médico imediatamente caso comecem a sentir um dos sintomas acima.
De 32 pessoas avaliadas pelo grupo de cientistas que sofreram o problema, 13 conseguiram se recuperar totalmente através do consumo de vitamina B1 por soro ou injeção. As demais, no entanto, continuaram apresentando os sintomas.
Segundo Singh, mais estudos precisarão ser feitos para verificar quão freqüente é o aparecimento desse efeito colateral entre todos os pacientes de cirurgia de redução de estômago.
Esses problemas e outros ta,bém relacionados a nutrição, podem ser facilmente evitados com o acompanhamento constantes de exames de sangue, boa alimentação e suplementação vitaminica constante. Mas, o que frequentemente ocorre é que, mesmo sendo informados, os gastroplastizados quando se vêem magros, abandonam os consultórios e a equipe multiprofissional. Acreditam que por terem alcançado seu objetivo(ficar magro) não necessitam fazer mais nada.
Quando operamos, fazemos um casamento com a equipe do cirurgião. O cuidado e atenção é para sempre, vitalicio.

Fonte: G1

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Pares saudáveis


Casamentos nem sempre são harmoniosos, ainda mais quando são arranjados.


Mas algumas duplas formam um verdadeiro caso de amor e conseguem nos trazer grandes benefícios evitando algumas complicações como anemia, obesidade, tumores e males do coração entre outros. A natureza é tão perfeita e completa que tudo que encontramos tudo que precisamos para nos mantermos saudáveis. Por exemplo: No arroz com feijão, prato tipicamente brasileiro, no qual encontramos uma junção de proteínas, metionina e lisina, que atuam na reparação de tecidos de todo o organismo. Esse aproveitamento é ainda melhor se escolhermos a versão integral do arroz. Já o feijão é mais versátil podendo ser preto, carioca, roxinho, todos casam bem com o arroz. Já o tomate com brocolis são fontes de antioxidantes, slicopeno e sulforano, e juntos potencializam a proteção da próstata. A ervilha, boa fonte de ferro, ajuda no combate de anemia e desânimo. Mas ela sozinha não é tão eficiente, ela precisa de carotenos da cenoura para transportar e absorver esses minerais. Essa força se torna ainda maior se acrescentarmos fontes de viatamina C, as frutas citrícas. Mesmo soando estranho e parecendo não terem nada haver um com o outro,em saladas formam um belo par. Chicória e iorgurte, são excelentes probióticos que mantem nossas funções intestinais em dia. Além de ajudar no sitema imunológico, afastando gripes e até tumores de cólon. Já o queijo com frutas são aliados contra a obesidade. "A proteína vinda do queijo breca a digestão rápida dos carboidratos da fruta". A sensação de saciedade é prolongada, sendo uma combinação perfeita para lanches rápidos que ajudam a controlar a fome entre as refeições e manter o gasto energético constante.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Outros fatores que nos fazem engordar


Que a obesidade obesidade virou uma epidemia mundial todos já sabem, mas o que a provoca ainda é algo, de certa forma, misterioso e complexo. Às vezes a frase “Não como muito mais engordo!” pode não ser só uma desculpa ou um engano. Mas também não acredito que maioria chegue à obesidade mórbida apenas com um distúrbio metabólico, mesmo sabendo que ele existe e contribui para o aumento de peso. Na verdade, acredito num conjunto de fatores que atuam concomitantemente. A obesidade há 30 anos vem crescendo e o sedentarismo e o maior consumo do açúcar explicam em parte esse fato, mas além do excesso de comida e da falta de exercício físico há circunstâncias que favorecem o acúmulo de gordura, dificultam a quebra e queima da gordura e estimulam o apetite.
Dificuldade em lidar com algumas emoções, traumas e perdas são alguns dos fatores psicológicos que podem nos levar a um estado de “anestesia, inconsciência dos nossos atos”, contribuindo para que comamos sem nos darmos conta resultando no aumento de peso. Além desse estado de “anestesia”, o estresse causado por questões emocionais ou pressão do dia-a-dia é um dos principais agentes ao acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal.
O estresse alto, acima de normal, aciona uma liberação excessiva de cortisol, hormônio que estimula o apetite e aumenta o acumulo das células de gordura.
Outro fator cada vez mais comum no dia-a-dia maluco e frenético no qual vivemos é o sono ruim. Há algumas secreções de hormônios que estão relacionadas com o sono. Um sono ruim ou privação do mesmo interferem no funcionamento da leptina (saciedade e gasto calórico), grelina (aumenta o apetite) e insulina (queima de gordura), contribuindo para o aumento do índice de massa corporal.
Alguns antidepressivos e antipsicóticos podem estimular o apetite e a compulsão por doces levando também ao aumento de peso.
Alguns estudos sugerem que o cálcio é importante no processo de quebra de gordura e sua falta no organismo tem sido relacionada ao acúmulo de gordura corporal.
Agora até o ar condicionada dos escritórios pode ser considerado um vilão e contribuir para o aumento de peso. O simples fato de manter a temperatura estável o ano todo não permitindo que as pessoas sintam frio durante o inverno, inibe a aceleração do metabolismo causada pelo frio. E evitando o calor do verão, época que se come menos devido o calor, favorece ao consumo maior que o gasto. Outro fato relacionado a velocidade do metabolismo é o fumo. Sem querer fazer apologia ao cigarro, mesmo porque os malefícios superam esse fato, o tabaco acelera o metabolismo. Quem deixa de fumar reduz o gasto calórico em aproximadamente 5% devendo ou diminuir a ingesta alimentar ou aumentar o gasto energético com maior atividade física, por exemplo.
Ainda, bebês nascidos com peso fora do padrão. Tanto abaixo ou acima do recomendado tem sido apontado como fator de ato peso na vida adulta.
Tomar consciência desses outros fatores nos ajuda a planejar e estruturar melhor a perda de peso obtendo o resultado desejado.

Para saber mais sobre obesidade: http://www.abcdaobesidade.com.br

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Cigarro uma droga "legal"


Uma droga permitida pela lei. Mesmo sendo a venda proibida para menores de 18 anos, seu consumo inicia-se, na grande maioria, antes dessa idade. 8% até 11 anos, 52% entre 12 e 17 anos, 23% de 18 a 24 anos e apenas 5% com 25 anos ou mais. Segundo levantamento da data folha, o número de fumante está em queda, sendo o Brasil, considerado pela OMS (organização Mundial de Saúde) como o país no mundo que mais reduziu o número de fumantes nos últimos 10 anos. No Brasil, aproximadamente 27% consideram-se fumantes.
Diversas são as causas que levam um jovem a iniciar o fumo, mas a maioria dos fumantes no Brasil nasceu entre 1948 e 1972, numa época na qual a publicidade era sem limite e na qual o cigarro era associado ao sucesso, aos esportes, ao sexo no cinema e na TV. Hoje menos jovens iniciam o fumo devido não só a as imagens que estão nos maços, fim da publicidade do cigarro que vincula ao sucesso e a um estilo de vida de prazer e bem-estar, aumento da divulgação e do nível de informação sobre o tabagismo para a população e leis de regulamentação. Todavia, como qualquer jovem, que vivencia sua fase “super-homem” ele pode se sentir atraído exatamente pela contraversão, pelo desafio e risco, acreditando que pode parar quando quiser e que fumar não é um vício. Ledo engano. 69% dos fumantes já tentaram para de fumar pelo menos uma vez. 9% já tentaram parar de fumar mais de 5 vezes. Dentro destas várias tentativas se valeram desde “força de vontade” até aplicação de laser, adesivos, chicletes, piteiras e remédios e mesmo assim muitos não conseguiram. Mesmo sabendo da gravidade, do risco de adquirir vários cânceres, dentre eles o de boca, de laringe, faringe, de pulmão e outros não é o suficiente para o sucesso em parar. Mesmo que consigam por um tempo, dias, semanas, meses e até anos sem fumar não é o suficiente para se tornar um ex-fumante, sempre se corre o risco de recaídas. No dito popular o cigarro acalma e dá prazer. E é com esse pensamento, além de usá-lo como ferramenta de auto-afirmação para pessoas inseguras, que muitos iniciam o fumo. Mas, a realidade é que o cigarro provoca alterações fisiológicas de dependência da nicotina que vão além da força de vontade e da dependência psicológica. E como qualquer outra droga, na abstinência surgirá os sintomas, mesmo com apenas alguns cigarros fumados.
Agitação, irritabilidade, dificuldade de concentração, ansiedade surgem em no máximo dois dias que se para de fumar. Para os fumantes convictos, que consomem pelo menos um maço por dia, a síndrome de abstinência se instala minutos depois do último cigarro.
A nicotina age no nos neurônios cerebrais estimulando a dopamina, serotonina, opióides e noradrenalina, entre outros, todos eles antidepressivos e/ou sedativos, os quais estimulam o prazer. Assim, uma vez instalada a dependência, mesmo que se passem anos ao fumar novamente, o vício é reinstalado rapidamente tanto quanto antes ou até mais. “A dependência de nicotina é uma doença crônica, incurável, na qual o cérebro do fumante nunca mais voltará ao estado original. A farmacologia não conhece droga que cause tamanha dependência química. Com a nicotina você não experimenta a alegria do álcool, a onipotência da cocaína, o relaxamento da maconha ou as visões do LSD. Não existe barato, nem viagem. Você fuma apenas para aplacar as crises de abstinência que a própria droga provoca a cada 30 minutos. O único prazer de quem fuma é sentir a paz de volta ao corpo suplicante, até que a próxima crise bata a porta para enlouquecê-lo.” (Dráuzio Varella)
os dados foram retirados de diversas reportagens do jornal Folha de SPaulo, de cadernos variados dos anos de 2007, 2008 e 2009

domingo, 4 de outubro de 2009

Como surgem inventores. E milionários.


Sim, estou colando o título da reportagem de Gilberto Dimenstein, quem admiro muito e pensando um pouco mais sobre o assunto. Após entrevistar algumas pessoas que são destaques na sua área ele chega a conclusão de que há alguns pontos em comum nelas. Economia. Todos de alguma forma sempre economizaram e racionaram os gastos para realizar seus sonhos. Contudo, essa atitude foi realizada não apenas para esse evento, mas existe em suas vidas como parte integrante da personalidade. Assim sendo não há sofrimento, é natural.
Curiosidade. Amor por experimentar coisas novas, correr riscos. Para isso é preciso uma grande dose de auto-estima, autoconfiança que é alimentada desde muito cedo quando ainda somos crianças pelos nossos progenitores ou então pelos nossos cuidadores. É preciso ter a coragem de arriscar, de fazer sem medo de erra. E se errar continuar acreditando em si, na sua capacidade.
Esforço e dedicação. Partindo do princípio de que todos nós nascemos com a mesma capacidade intelectual e que seriamos iguais se a desenvolvêssemos em condições alimentares, escolares e oportunidades de estímulo semelhantes, o que nos diferencia uns dos outros são o esforço e dedicação á qual dedicamos as nossas ações. Isso abrange estudo escolar, trabalho, relacionamentos, diversão, enfim, tudo que nos rodeia. O quanto colocamos de nós mesmo nas coisas que fazemos. Ainda Dimenstein coloca um Mestre, o que eu chamo Admiração e Amor. É quando admiramos alguém, que nasce o desejo de ser igual, nos espelhamos. E é o amor dessa pessoa que nos alimenta e nos dá Coragem para seguirmos e persistirmos até alcançarmos. E nos ensina a realizarmos por amor ao que fazemos e que o dinheiro não é a meta, mas a consequência do trabalho construido com amor
Bem, agora todos já têm a fórmula. Mãos à obra!!!


Dados emprestados do caderno Cotidiano da Folha de SPaulo, 4 de outubro, 2009 por Gilberto Dimenstein

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Amo o meu País


Nosso país é tímido, não gosta de contar suas proezas, esconde suas glórias. Até parece que gosta de parecer bandido, divulgando só as notícias trágicas.

Mas como sou curiosa descobri, entre outras conquistas, que nosso amado país é o 3º maior produtor de orquídeas, possui nada mais, nada menos do que 500 variedades catalogadas.

Agora eles resolveram desmistificar a crença de que essa linda flor não é acessível á população de baixa renda e que seu cultivo é difícil, pois para o Brasil nada é difícil. A OBA(orquidófilos Bainos Associados) colocará em exposição 200 variedades de orquídeas no Palecete das Artes do Museu Rodin, em Salvador(BA).

domingo, 20 de setembro de 2009

Saúde


Estudos americanos com 8.652 homens e mulheres mostram o quanto as vivências do dia-a-dia influenciam na nossa saúde. Especificamente nesse estudo falam da vida conjugal, mas podemos ampliá-lo.
Esse estudo apenas vem confirmar o que Deepak Chopra e outros estudiosos psico-corporais nos falam: “um ser que metaboliza não apenas comida, mas tudo o que toca, prova, cheira, vê e ouve. Um ser que metaboliza todas as suas experiências sensoriais e se tornam moléculas do no corpo.”
Situações de instabilidade, principalmente financeira, que levam ao estresse ou sentimentos de tristeza constante, amargura e arrependimento detonam a imunidade do organismo, modificando a divisão celular associado a uma pré-disposição genética, acaba levando ao surgimento de doenças crônicas como diabetes e câncer.
Mesmo pequenas irritabilidades e discussões conflituosas do dia-a-dia influenciam na imunidade orgânica como cientistas da Universidade de Ohio confirmaram. Feridas já existentes levaram até dois dias a mais para cicatrizar entre pessoas que passavam por essas circunstâncias, neste estudo, controladas em relação as que também tinham feridas, mas não passavam por esse tipo de estresse.
Assim concluí-se que para ser saudável, além dos cuidados básicos de boa alimentação e realizar exercícios físicos é preciso ser feliz.